quarta-feira, 24 de junho de 2015

Casamento, divórcio e novo casamento - 1/3



Texto base: 1 Coríntios 7.1-16

INTRODUÇÃO

Nos capítulos 5 e 6, Paulo abordou a questão do incesto, dos litígios e da fornicação. Indignado, ele censura a omissão e a tibieza dos coríntios em sanar os problemas morais existentes na igreja e, ao mesmo tempo, encoraja-os a viverem de forma piedosa, a fim de glorificar a Deus. Não obstante, Paulo ainda não havia descrito nenhuma orientação acerca do celibato, sexualidade, casamento, divórcio e novo casamento. Agora, no capítulo 7, ele responde algumas perguntas sobre estas questões através de uma carta que a igreja de Corinto havia lhe enviado. Os muitos problemas e as dúvidas que a igreja enfrentava haviam chegado ao conhecimento de Paulo por intermédio de relatos orais.

Provavelmente, os capítulos 1.11, 5.1 e 6.1, remontam a notícias pessoais que o apóstolo havia recebido de três homens enviados pelos coríntios – Estéfanas, Fortunato e Acaico, os quais supriram algumas necessidades materiais de Paulo, quando estava em Éfeso (1Co 16.17). Estes homens também levaram uma carta que os coríntios escreveram para o apóstolo, que incluía determinadas perguntas e relatava os problemas que estavam ocorrendo na igreja. Algumas destas perguntas eram sobre problemas matrimoniais (vs.1a).
    
No capítulo 7, especificamente na perícope que iremos analisar, Paulo responde as perguntas dos coríntios apresentando diretrizes básicas para o celibatário, para os casados, os que desejam se casar, os que no passado foram casados, para aqueles que querem permanecer solteiros e a privação sexual. 
   
Todavia, Paulo abordou algumas questões que Jesus não ressaltou em seus ensinamentos nos evangelhos. Quando um assunto suscitado pelos coríntios já havia sido discorrido por Cristo, Paulo se dirigia às Suas palavras (vs.10-11). Entretanto, se uma pergunta dos coríntios promovia um tema que Jesus não havia abordado, Paulo respondia fazendo uso da sua autoridade apostólica. Quando Paulo escreve não recorrendo ao que o Senhor Jesus disse sobre determinado assunto, é porque ele mesmo irá tratar disso (vs.12-16, 25-40). Jesus tratou sobre casamento e divórcio em Mateus 5.31,32, 19.1-12; Marcos 10.1-12 e Lucas 16.18.     

Os destinatários das orientações de Paulo sobre o casamento, divórcio e novo casamento são:
1) Cristãos casados com cristãos (7.1-11)
2) Cristãos casados com não cristãos (7.12-24)


EXPLANAÇÃO


1) Cristãos casados com cristãos (7.1-11)

No mundo antigo, muitos admiravam hábitos ascéticos, como o celibato. De certa forma, alguns crentes da igreja de Corinto dimidiavam dessa admiração. Tendo em vista que “o sexo era pecado” [segundo alguns radicais imaginavam], e os inúmeros problemas que há no casamento, seria melhor ficar solteiro ou aderir ao celibato, que era uma “condição mais espiritual” do que ser casado.

Esta ideia equivocada e herética poderia levar alguns falsos religiosos e falsos mestres a defender o divórcio para que a pessoa voltasse a ser solteira, a fim de obter uma condição espiritual superior. Com efeito, este trecho eleva a condição de solteiro desde que a pessoa seja celibatária, e também demonstra que o casamento não é algo inferior e menos espiritual do que o celibato.

a) Os benefícios do casamento (7.1-9)

Paulo já havia escrito uma carta à igreja de Corinto, exortando-os a não se associarem com cristãos que praticassem imoralidades (5.9-11). É bem provável que esta carta tenha se perdido e não exista mais. O apóstolo, por sua vez, também recebeu uma carta vinda dos coríntios solicitando conselhos acerca de várias questões (vs.1a). Sendo assim, a maior parte da carta que Paulo enviou aos coríntios são respostas às perguntas que eles lhe fizeram (7 – 16.12). Todavia, em um mundo que reina a lubricidade, isto é, a impureza sexual, a maior vantagem que o celibato e o casamento proporcionam é justamente a pureza sexual, a qual é formada por cinco pilares. Senão vejamos:   

i. O celibatário compelido é reprovado pela Escritura (vs.1) 

A primeira pergunta que os coríntios fizeram a Paulo deve ter sido se “o celibatário é mais espiritual do que o casado”. A expressão não é bom que o homem toque em mulher é um eufemismo, ou seja, é uma figura de linguagem que camufla uma ideia “desagradável” através de uma expressão mais “lene” ("ir para o céu" é um eufemismo para "morrer").

Esta expressão é um sinônimo de casar-se, e abarca todas as relações sexuais, quer dentro ou fora do casamento. Portanto, “o não tocar em mulher” aqui não se refere ao celibato, mas ao ato sexual (veja Gn 20.6; Pv 6.29). Talvez os coríntios inclinados ao ascetismo tenham recorrido à condição de Paulo para confirmarem suas posições sobre o celibato; todavia, este não era o seu entendimento acerca das relações sexuais (vs.2-5; 1Tm 2.15).

Paulo, então, escreve que o celibato é bom e permitido, mas não é obrigatório, visto que nem todos têm o dom do celibato (vs.7-9). Com esta afirmação, Paulo está dizendo que o celibato é preferível ao casamento, como alguns crentes de Corinto pensavam? Não! Paulo reconhece que há benefícios em se permanecer solteiro (vs.7-8, 26). Ele fornece algumas vantagens para que o cristão, dotado desta capacidade, possa escolher esta condição de vida. 

Por outro lado, Calvino disse que Deus ordenou no princípio que o homem sem esposa era meio homem, por assim dizer, e sentia a falta de auxílio de que ele especificamente precisava; e a esposa era, por assim dizer, o complemento do homem. O pecado atingiu e poluiu a instituição divina [o casamento], pois em lugar de benção se transformou numa fonte de muitos problemas. Portanto, qualquer mal ou dificuldade que exista no casamento surge da corrupção da instituição de Deus.[1] 

Com as diretrizes para o casamento (vs.2-5), que demonstra experiência e a possibilidade de ter sido casado, Paulo acentua a importância do mesmo. Em Efésios 5.22-33 e 1 Timóteo 3.2, o apóstolo descreve o casamento como algo positivo. O casamento, o sexo e a procriação fazem parte do plano de Deus (Gn 1.28-29; 2.18). Não obstante, os falsos mestres do passado proibiam o casamento, tendo-o como algo depreciável (1Tm 4.3). A intenção de Paulo, aqui, é corrigir a ideia equivocada e herética daqueles que cominavam o celibato.   
        
ii. O celibato e o casamento impedem a fornicação (vs.2)

A imoralidade sexual imperava em Corinto. A cidade era famosa por sua promiscuidade. Por conta disso, ao escrever o capítulo 7, Paulo deveria ter em mente a questão dos cristãos que se relacionavam sexualmente com as prostitutas da cidade, um assunto que ele tratou no capítulo 6.15-20. Com a expressão mas por causa da impureza, cada um tenha a sua própria esposa, e cada uma, o seu próprio marido, Paulo descreve a incapacidade que algumas pessoas tinham em dominar-se sexualmente, o que as impeliam ao pecado. A fim de evitar que os crentes que não possuem o dom de celibato pratiquem o hábito pecaminoso da fornicação, Paulo recomenda que eles se casem.

Calvino observa apropriadamente a seguinte questão:   

Mas alguém perguntará: “A cura para a incontinência é a única razão para se contrair o matrimônio? Minha resposta é que isso não é o que Paulo pretende dizer. Aos que desfrutam do dom da capacidade de suprimir o matrimônio, ele dá a liberdade de se casarem ou não. Ordena, porém, aos demais que queiram casar-se, que atentem bem para suas fraquezas. O que importa é o seguinte: o que está em jogo aqui não são as razões pelas quais o matrimônio foi instituído, e, sim, as pessoas para quem ele é indispensável. Porque, se atentarmos para o primeiro matrimônio [Adão e Eva], percebemos que ele não podia ser um remédio para uma doença a qual ainda não existia [o pecado]”.[2]

Simon Kistemaker esboça que Paulo, nessa declaração, exclui também qualquer tipo de poligamia. O apóstolo enfatiza que deve haver igualdade entre o homem e a mulher no estado de matrimônio. Cada parceiro deve ter seu próprio cônjuge, pois foi assim que Deus ordenou desde o princípio (veja Mt 19.8b).[3] 


Por outro lado, é bem provável, ainda, que alguns cônjuges estivessem recusando ter relações sexuais com seus parceiros, o que levava estes últimos, a maioria homens, a buscar satisfação sexual com prostitutas. Paulo deixa implícito que o relacionamento sexual está limitado ao âmbito matrimonial; ele aconselha os crentes a se relacionarem sexualmente apenas no casamento, que, pautado nas Escrituras, restringe a imoralidade (vs.9).   
    
iii. O casamento é heterossexual, e não homossexual (vs.2) 

Quando Paulo diz que cada homem tenha a sua esposa, e cada mulher tenha o seu marido, fica evidente a ideia de um relacionamento heterossexual. Na época de Paulo, a união homossexual era algo comum. Ele define esse comportamento em Romanos 1.18-32 como algo vil, uma disposição condenável, uma abominação para Deus (veja Lv 18.22). 

Hernandes Dias Lopes observa que a relação homossexual pode chegar a ser aprovada pelas leis dos homens, por causa da corrupção dos costumes, mas jamais será chancelada pelas leis de Deus. Uma decisão não é ética apenas por ser legal. Ainda que a relação homossexual se torne legal pelas leis dos homens, jamais será aprovada por Deus, pois fere frontalmente a Sua Lei.[4]

iiii. A importância das relações sexuais no casamento (vs.3-4)

Para solucionar o problema da imoralidade sexual no casamento, isto é, evitar o adultério e outros meios pecaminosos de satisfação sexual, como a pornografia, o meio de satisfação sexual mais comum hoje, Paulo orienta que o casal, unido pelo matrimônio, mantenha uma vida sexual ativa. Esta é a forma bíblica de refrear a motivação para recorrer aos meios perniciosos de satisfação sexual.

Com um profundo entendimento do relacionamento conjugal, Paulo ensina que tanto o marido quanto a esposa devem observar seus deveres matrimoniais recíprocos. Numa época em que o machismo imperava na sociedade, Paulo enfatiza a igualdade de ambos no relacionamento conjugal. Em outras palavras, Paulo destaca a mutualidade dos direitos conjugais. Senão vejamos:

1 - A obrigação do marido e da esposa (vs.3-4)

O termo conceda é um imperativo. Indica um “dever habitual”. Aqui, Paulo está se referindo ao relacionamento sexual. A Escritura condena como pecado o sexo antes do casamento, caracterizado pela fornicação, o sexo fora do casamento, caracterizado pelo adultério, e a ausência do sexo no casamento, que também é pecado. O marido deve cumprir a sua responsabilidade conjugal para com a sua esposa e, de modo semelhante, a esposa para com o marido. Por que a importância das relações sexuais no casamento?

Werner de Boor diz que em Corinto havia um perigo bem diferente: o “casamento de aparência”. As pessoas permaneciam casadas, mas rejeitavam qualquer vínculo físico mútuo, às vezes por decisão conjunta, às vezes por iniciativa de apenas uma das partes.[5] Marido e mulher possuem direitos assegurados por Deus de desfrutarem da satisfação sexual no casamento.

Adiante, Paulo dirige-se contra qualquer tipo de arbitrariedade por parte de um dos cônjuges em reivindicar como seu direito pessoal dispor do próprio corpo (vs.4). O marido ou a esposa que se recusa a entregar o seu corpo para a satisfação sexual por chantagem, egoísmo, obstinação ou por qualquer outro motivo, defrauda o outro.

Warren Wiersbe afirma que marido e mulher não devem abusar do privilégio do amor sexual que constitui parte normal do casamento. O corpo da esposa pertence ao marido, e o corpo do marido pertence à esposa, sendo que ambos devem ter consideração um para com o outro. O amor sexual é um instrumento maravilhoso de edificação, não uma arma de destruição.[6]   

2 - A abstenção das relações sexuais só é permitida se houver consenso entre o casal (vs.5a)

O casamento sem sexo não é somente antinatural como é também expressamente proibido. Ele não proclama nenhuma ordem sobre ascetismo dentro dos laços do casamento. Paulo dissuade os cristãos coríntios bem-intencionados, porém mal orientados, cuja opinião era que os casados deveriam se abster de relações sexuais.[7] Paulo enuncia na parte a desse versículo que alguns casais da igreja de Corinto estavam privando um ao outro dos seus direitos conjugais. O verbo privar στερεί (stereí), traz a ideia de “subtração”. Denota “roubar algo que pertence à outra pessoa” (6.7-8). Aqui, indica “roubar os direitos de casado” (vs.3; Êx 21.10).  
   
Paulo admoesta os casados a não usurparem o que lhes pertence por direito. Ele ensina aos coríntios que o “slogan” deles de “não tocarem em uma mulher para relação sexual” (vs.1b) não se aplica aos casados. O sexo no casamento é uma ordem apostólica. Faz parte de um casamento normal. A ausência do sexo no casamento é um pecado. O sexo é um direito sagrado do cônjuge. A abstinência sexual só é permitida se houver concordância entre o marido e a esposa e àqueles a quem isso beneficiar. A abstinência sexual não é uma prática ocasional para todos os casais. 
  
3 - A duração da abstenção (vs.5b)

A abstinência das relações sexuais, que é algo necessário para o casamento, não deve ser unilateral, mas se o marido e a esposa concordarem que é por um tempo limitado. Hernandes Dias Lopes escreve:
Quando que um casal pode se abster do sexo? Quando ambos estão em total harmonia e sintonia a respeito da decisão. O homem não pode chegar para a esposa e dizer-lhe: “Esta semana ou este mês eu não estou disponível para a relação sexual”. Nem a mulher pode comunicar ao seu marido que ela está indisponível para ele. Se quiserem tomar essa decisão, os dois precisam estar em absoluto acordo. Às vezes, muitos casais cometem erros gravíssimos quando começam a dar desculpas infundadas para fugir da relação sexual, alegando cansaço, dor de cabeça e outras desculpas sem propósito. A Bíblia diz que essa atitude de boicote sexual no casamento é um pecado e uma desobediência a um mandamento bíblico. A abstinência sexual entre o casal não deve ser por um longo tempo. Paulo esclarece: Não vos priveis um ao outro, salvo talvez por mútuo consentimento, por algum tempo... (7.5a).[8]

Um longo período de abstinência sexual pode arruinar um casamento, podendo culminar em divórcio.     


4 - A abstenção só é permitida para dedicação à oração e se houver o compromisso do retorno às relações sexuais (vs.5c,d) 
    
Finalmente, a abstinência sexual (algo semelhante ao jejum) só é permitida se o casal usar o tempo da privação para a se dedicar a oração e, por conseguinte, retornar a prática. Simon Kistemaker elenca:

A oração diária é a marca de todo cristão sincero. Por vezes, na vida conjugal, marido e mulher enfrentam crises que pedem oração especial. Quando problemas financeiros, sociais, espirituais ou físicos aparecem para esmagá-los, eles fogem para Deus em oração. Nessas ocasiões, eles poderão voluntária e temporariamente abster-se de intimidades maritais.[9] 

O cônjuge que priva o outro da relação sexual “rouba” aquilo que lhe pertence por direito. A abstenção sexual prolongada abre a “porta do casamento” para Satanás entrar e tentar o cônjuge defraudado a buscar satisfação sexual através de meios pecaminosos (vs.5d). 

Hernandes Dias Lopes observa:
Quando um casal brinca com essa arma do sexo no casamento e chantageia o cônjuge, privando-o da satisfação a que tem direito, Satanás entra nessa história para colocar uma terceira pessoa na jogada e arrebentar com o casamento. Cabe aqui alertar sobre uma grande ameaça à vida sexual dos casais: a pornografia! A Palavra de Deus determina que o leito conjugal deve ser sem mácula (Hb 13.4). Há muitos homens, mesmo cristãos, que estão se tornando viciados em pornografia. São prisioneiros de um vício avassalador. Alimentam suas mentes com o lixo nauseabundo que sai dos esgotos pútridos dessa indústria pornográfica que destrói vidas e arrebenta famílias. Há muitos homens que, adoecidos por esse vício degradante, ainda aviltam sua mulher querendo importar para o leito conjugal essas práticas aviltantes.[10]    

Continua nos próximos dias...


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NOTAS:
1. Calvino. 1 Coríntios, pág 199.
2. Ibid, pág 200.  
3. Simon Kistemaker. 1 Coríntios, pág 299.  
4. Hernandes Dias Lopes. 1 Pedro, pág 129.
5. Werner de Boor. 1 Coríntios, pág 60.
6. Warren Wiersbe. Comentário Bíblico Expositivo do Novo Testamento, volume 5, pág 772.
7. Simon Kistemaker. 1 Coríntios, pág 300-301.
8. Ibid, pág 302.   
9. Hernandes Dias Lopes. 1 Coríntios, pág 131.
10. Ibid, pág 132.  

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Autor: Leonardo Dâmaso
Fonte: Bereianos

FORTALECIDOS SOB A FÉ


“No demais, irmãos meus, fortalecei-vos no Senhor e na força do seu poder.” – Efésios 6:10

Este é um conselho que precisamos ouvir todos os dias, principalmente atualmente, já que tudo virou banalidade, o conceito de fé parece ser apenas um amuleto de justificativa, a verdade é que as pessoas perderam o temor a Deus, se adaptaram a sua vã maneira de viver erroneamente.

Há um conformíssimo com tudo, até mesmo nas coisas que estão foram do padrão deixado por Deus, há uma concordância entre todos e tudo, cujo intuito é agradar alguns que estão sendo porta voz do inferno, o que era feio tornou-se bonito, o erro virou coisa certa, a esperança está no que se ve, o poder é o que se tem, motivo esse que a fé virou nada mais do que uma nuvem passageira, agora é, amanha já não se sabe onde estar.

É necessário muito mais que uma religião ou placa denominativa para ser de fato um filho de Deus, precisa ser diferente observar cuidadosamente as divergências entre ser de Cristo e não ser, então, alguns pode dizer; mais todo ser humano é de Cristo.

Porém, não é isso que nos diz a palavra, os verdadeiros filhos de Deus fazem a sua vontade, Porque, qualquer que fizer a vontade de meu Pai que está nos céus, este é meu irmão, e irmã e mãe. Mateus 12:50, pertencer a Deus e nadar completamente contra a maré, ser de Deus é distanciar-se de tudo que for do mundo, mesmo vivendo nele precisamos renunciar as alegorias que ele proporciona, Não ameis o mundo, nem o que no mundo há. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele.1 João 2:15, não há como amar as trevas e ter a luz, a presença das trevas denuncia a falta da luz.

Não há como ser de Deus e cogitar a serviço de satanás, aquele que tem a direção de Deus na sua vida, procura andar longe da aparência do mal,Abstende-vos de toda a aparência do mal. 1 Tessalonicenses 5:22.

Isto é independente de estar ou não em uma igreja, de ter uma religião, de seguir algum credo religioso ou ter alguma herança fantasiosa de fé deixado por nossos pais, Deus está acima de tudo isso, isso são liturgias, dogmas, paradigmas, ou enfeite humano.

Ter a presença de Deus em sua vida e acreditar em suas existência, logo, se acredito nisto, então, preciso crêr Nele. Ora, sem fé é impossível agradar-lhe; porque é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe, e que é galardoador dos que o buscam.Hebreus 11:6, porém, não são poucos, os que garantem crerem em Deus que é seu filho, mais seus atos e atitudes estão distantes da vontade de Deus, Tu crês que há um só Deus; fazes bem. Também os demônios o crêem, e estremecem. Tiago 2:19. Alias, aproveitando este versículo aqui vai um recadinho para muitos, a bíblia está dizendo que até os demônios sabem e crerem que há um só Deus e ainda nos acrescentam mais eles temem, e, se eles temem certamente é porque eles conhecem o poder que Deus tem.

Agora me digam; em quantos deuses você cre? Você acredita ainda que não existe Deus?
Bom, neste caso eu preciso te alertar que você está pior que os demônios, pois eles, ainda sabem que existe um Deus, e, lhes obedecem, entretanto, você que se acha filho de Deus, está longe da presença Dele, Não vos enganeis, a justiça de Deus será implacável, quer eu, e você, gostemos ou não.

Deus não age conforme o nosso querer, mais, segundo a sua palavra que já está escrita antes de existirmos, não será porque queremos que ela será anulada. Sedes sábios, fugam de tudo aquilo que esteja em desacordo com a palavra de Deus, plante a sua vida alicerçado na verdade de Cristo, semeie sementes frutos que deem bons frutos, assim você será uma arvore proveitosa.

Creia no agir de Deus. Fortaleça a sua vida debaixo daquilo que você crê, mais creia tão somente naquele que é digno. E eles disseram: Crê no Senhor Jesus Cristo e serás salvo, tu e a tua casa. Atos dos Apóstolos 16:31, a fé nos leva para um horizonte desconhecido aos olhos humanos, E Jesus disse-lhe: Se tu podes crer, tudo é possível ao que crê. Marcos 9:23, assim então, faremos jus ao grande amor do pai e seremos de fatos filhos Dele, E o próprio nosso Senhor Jesus Cristo e nosso Deus e Pai, que nos amou, e em graça nos deu uma eterna consolação e boa esperança, 2 Tessalonicenses 2:16.

Confie no Senhor que tudo pode fazer, estejam alerta contras as ciladas do mal, viva a vida de Deus, Sede vós também pacientes, fortalecei os vossos corações; porque já a vinda do Senhor está próxima. Tiago 5:8, logo, você verá a grandeza de um Deus que é sobre modo excelente.

Pra Elza Carvalho

SEJA COMO A FORMIGA


Assim corro também eu, não sem meta (sem um alvo definido); assim luto [como um boxeador], não como desferindo golpes no ar. Mas esmurro o meu corpo [lido com ele de modo rígido, disciplino-o por meio das dificuldades] e o reduzo à escravidão, para que, tendo pregado a outros, não venha eu mesmo a ser desqualificado.1 Coríntios 9.26-27 

Paulo está dizendo aqui que, se quisermos vencer a corrida, devemos subjugar o corpo. A palavra corpo, aqui, se refere a todas, as paixões carnais. 

No versículo 27, Paulo está falando de autocontrole, abne­gação, moderação do apetite e mortificação da carne. Está dizendo que esmurra o próprio corpo. Ou seja, ele não cede aos "bufetes" (bufês), mas dá "bofetes" em si mesmo. 

A autodisciplina é a qualidade mais importante da nossa vida.
O que é autodisciplina? Implica em nos mantermos na direção correta sem que outros nos obriguem a fazê-lo. Implica, por exemplo, levantar cedo porque sabemos que devemos. 

Afinal, como alguém pode ser um líder se nem consegue se levantar da cama pela ma­nhã ?

Ou como poderemos liderar outros se não conseguimos manter limpa nossa própria casa? Preocupo-me ao ver, atualmente, tanta gente que almeja ocu­par posições importantes mas, não quer aceitar as responsabilida­des e os deveres inerentes a essas posições. 

Muitas pessoas passam a vida inteira frustradas porque nunca desenvolveram seu potencial. De fato, sem o desenvolvimento do potencial, os seus sonhos e visões jamais se tornarão realidade. 

É quase inacreditável o número de pessoas frustradas na igreja. 

Contudo, nos, cristãos, devemos ser os seres humanos mais realizados da face da Terra. Devemos ser a luz do mundo; cartas vivas que todos podem ler. Os descrentes deveriam olhar para nós e dizer: "assim que se deve viver a vida!".

Devemos viver de um modo que os outros sintam um anseio ao olhar para nós: o anseio de ter uma vida semelhante à nossa. 

O problema é que, de alguma forma, nos transmitiram a idéia errônea de que tudo nesta vida pode ser obtido com facilidade. 

Acostumamo-nos tanto com máquinas de lavar, secadoras e lavadoras de pra­tos que pensamos que basta apenas apertar um botão e, automáti­camente, obteremos aquilo de que precisamos. Mas até isso já estamos considerando trabalho pesado! 

Reclamamos de ter de fazer o "esforço" de pressionar um botão, ou ter de tirar a roupa da máquina de lavar antes de terminar de centrifugar para não amassá-la muito e facilitar o trabalho na hora de passá-la! 

Em Provérbios 6.7-8, lemos a respeito da formiga que, não tendo chefe, nem oficial, nem comandante, no estio prepara o seu pão, na sega ajunta o seu mantimento. 

Precisamos ser como a formiga: auto disciplinados e motivados, fazendo o que é certo porque é certo, e não porque alguém pode estar nos observando ou nos obrigando. 

Extraído do Livro A FORMAÇÃO DE UM LÍDER de autoria de Joyce Meyer 

A ORAÇÃO CRISTÃ


Não sejam iguais a eles [os pagãos], porque o seu Pai sabe do que vocês precisam, antes mesmo de o pedirem. Mateus 6.8

A razão pela qual os cristãos não devem orar como os pagãos é que cremos no Deus vivo e verdadeiro. Não devemos fazer como eles fazem porque não devemos pensar como eles pensam.

Pelo contrário, “o seu Pai sabe do que vocês precisam, antes mesmo de o pedirem”. Ele nãocerca de suas necessidades nem hesitante em atendê-las.

POR QUE, ENTÃO, DEVEMOS ORAR? QUAL A UTILIDADE DA ORAÇÃO?

Deixemos Calvino responder às nossas perguntas com sua costumeira clareza:
Crentes não oram com o objetivo de informar a Deus sobre coisas que lhe sejam desconhecidas, ou de instigá-lo a cumprir sua obrigação, ou de conclamá-lo, como se estivesse relutante. Pelo contrário, eles oram a fim de que possam despertar a si mesmos com o intuito de buscá-lo, exercitar sua fé na meditação em suas promessas, aliviar-se de suas ansiedades ao derramar-se em seu seio; em uma palavra, que possam declarar que têm esperança e esperam dele somente, para si mesmos e para os outros, todas as coisas boas.

Se a oração dos fariseus era hipócrita e a dos pagãos mecânica, a oração dos cristãos por sua vez deve ser verdadeira — sincera em oposição à hipocrisia, reflexiva em oposição à mecânica.

A chamada oração do Pai-Nosso foi dada por Jesus como um modelo de como deve ser a oração genuína do cristão. De acordo com Mateus, ele a deu como um padrão a ser copiado (“Vocês, orem assim…”, v. 9); de acordo com Lucas, como uma forma a ser usada (“Quando vocês orarem, digam…, Lc 11.2). Na verdade, podemos usar a oração de ambas as maneiras.

Jesus nos ensinou a nos dirigirmos a Deus como“Pai nosso, que estás nos céus” (v. 9). Isso implica, PRIMEIRAMENTE, QUE ELE É PESSOAL. Ele talvez esteja na famosa expressão de C. S. Lewis, “para além da personalidade”, mas, com certeza, não se encontra aquém.

EM SEGUNDO LUGAR, ELE É AMOROSO. Não é o tipo de pai de que ouvimos às vezes — autocrata, playboy, beberrão — mas alguém que preenche os ideais de paternidade no cuidado amoroso para com seus filhos.

EM TERCEIRO LUGAR, ELE É PODEROSO. Aquilo que o seu amor indica, seu poder é capaz de realizar. É sempre sábio, antes de orarmos, passar um tempo lembrando quem é aquele a quem estamos nos dirigindo.

E, orando, não useis de vãs repetições, como os gentios, que pensam que por muito falarem serão ouvidos. Não vos assemelheis, pois, a eles; porque vosso Pai sabe o que vos é necessário, antes de vós lho pedirdes. Portanto, vós orareis assim: Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome; Venha o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu; O pão nosso de cada dia nos dá hoje; E perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós perdoamos aos nossos devedores; E não nos conduzas à tentação; mas livra-nos do mal; porque teu é o reino, e o poder, e a glória, para sempre. Amém. (Mateus 6.7-13)

Retirado de A Bíblia Toda, o Ano Todo [John Stott]. Editora Ultimato

segunda-feira, 22 de junho de 2015

DE QUE FONTE VOCÊ BEBE?


E no último dia, o grande dia da festa, Jesus pôs-se em pé, e clamou, dizendo: Se alguém tem sede, venha a mim, e beba (João 7:37).

O último dia era o clímax da festa dos judeus. O Senhor Jesus falou à multidão: “Se alguém tem sede, venha a mim, e beba”.Não era a água derramada cerimonialmente naquele dia que poderia trazer salvação e paz com Deus, mas ele mesmo, o Filho de Deus. Ele é a fonte que pode saciar a sede da alma.

Porém, existe um obstáculo à satisfação desejada: é a inimizade para com Deus, essência da natureza humana. “Porquanto a inclinação da carne é inimizade contra Deus, pois não é sujeita à lei de Deus, nem, em verdade, o pode ser” (Romanos 8:7).

Deus é santo e justo; o homem é pecador e corrupto, quando age de acordo com sua própria vontade, ele despreza Deus. Deus é luz e está na luz; o homem é e está nas trevas (1 João 1:5;João 3:19-20).

O obstáculo que nos impede de bebermos da fonte da vida é o pecado que habita em nós. E o Senhor Jesus veio exatamente para nos salvar de nossos pecados (Mateus 1:21; 1 João 3:5).

Os que reconhecem sua culpa diante dEle, confessam seus pecados, creem no Senhor Jesus e em sua obra de redenção podem obter perdão. Isso aniquila a barreira, e desbloqueia o caminho para a Fonte da vida eterna.

O que a filosofia e as religiões deste mundo não são capazes de fazer foi realizado pelo Filho de Deus. E ainda hoje o clamor do Senhor Jesus pode ser ouvido: “Se alguém tem sede, venha a mim, e beba”.

Extraído do devocional BOA SEMENTE

O QUE DEUS NÃO PODE FAZER


Uma das declarações mais assombrosas sobre Jesus é o resumo: "nunca cometeu injustiça, nem houve engano na sua boca" (Isaias 53:9, ACF).

JESUS FOI OBSTINADAMENTE VERDADEIRO.
Cada palavra sua foi precisa e certeira, cada frase sua foi verdadeira. Não trapaceava nos exames. Não alterava os livros. Nem uma única vez esticou a verdade. Jamais obscureceu a verdade. Nunca evadiu a verdade. Simplesmente disse a verdade. Não se achou engano em sua boca.

E se Deus pudesse agir à sua maneira em nós, nenhum engano seria achado em nossas bocas.

DEUS ANELA QUE SEJAMOS COMO JESUS.
Seu plano, se você lembrar, é moldar-nos segundo as linhas de seu Filho (Romanos 8:28). O que tenta não é diminuir ou minimizar nosso engano, mas sim eliminá-lo. Deus é taxativo quanto à falta de verdade: "O que usa de engano não ficará dentro da minha casa" (Salmo 101:7, ACF).

Nosso Mestre tem um código de honra estrito. De Gênesis até Apocalipse, o tema é o mesmo: Deus ama a verdade e aborrece o engano. Em 1 Coríntios 6:9-10 Paulo faz uma lista das pessoas que não herdarão o Reino de Deus. As pessoas que descreve é uma espinhosa variedade dos que pecam sexualmente, dos idólatras, dos adúlteros, dos que vendem seus corpos, dos bêbados, dos que roubam e, aqui está: dos que mentem.

Tal rigor talvez surpreenda. Você quer dizer que minhas mentirinhas e lisonjas despertam a mesma ira celestial que o adultério e o assalto? Evidentemente que sim. Deus vê o trapacear na declaração do imposto de rendas do mesmo modo como vê o prostrar-se diante de ídolos.

"Os lábios mentirosos são abomináveis ao SENHOR, mas os que agem fielmente são o seu deleite"(Provérbios 12:22, ACF).

"Estas seis coisas o SENHOR odeia (...) língua mentirosa" (Provérbios 6:16-17, ACF).

"Destruirás aqueles que falam a mentira; o SENHOR aborrecerá o homem sanguinário e fraudulento" (Salmo 5:6, ACF).

Por quê? Por que tanta severidade? Por que uma posição tão rigorosa?

Por uma razão: a falta de veracidade é absolutamente contrária ao caráter de Deus. Segundo Hebreus 6:18, é impossível que Deus minta. Não é que Deus não mentiria ou que tenha escolhido não mentir; não pode mentir. Que Deus minta seria a mesma coisa que um cachorro voasse ou que uma ave latisse. O livro de Tito ecoa das mesmas palavras que o livro de Hebreus: "Deus, que não pode mentir..." (Tt 1:2, ACF).

Deus sempre diz a verdade. Quando faz uma aliança, a guarda. Quando afirma algo, quer dizer isso. Quando proclama a verdade, podemos acreditar. O que Ele diz é verdade. Até "Se formos infiéis, ele permanece fiel; não pode negar-se a si mesmo" (2 Timóteo 2:13, ACF).

Satanás, por outro lado, acha impossível dizer a verdade. Segundo Jesus, o diabo é o "pai da mentira" (João 8:44). Se você se lembra, o engano foi a primeira ferramenta que o diabo tirou de seu bolso. No jardim do Éden Satanás não desalentou Eva. Não a seduziu. Não se aproximou dela sub-repticiamente. Simplesmente mentiu para ela. "É assim que Deus disse: Não comereis de toda a árvore do jardim? (...) Certamente não morrereis" (Gênesis 3:1,4, ACF).

Extraído do Livro Simplesmente Como Jesus de Max Lucado

A BÊNÇÃO DA PRESENÇA


E eis que estou convosco todos os dias até à consumaçãodo século (Mateus 28.20b).

As últimas palavras registradas pelo evangelista Mateus trazem a clara promessa de Cristo que estaria para sempre conosco, nunca nos deixaria, nem nos abandonaria. Isso sempre fez parte das promessas de Deus em relação ao seu povo (Deuteronômio 31.6, 8; Salmo 94.14; Hebreus 13.5).

Seu plano perfeito incluiu o envio do Espírito Santo para fazer habitação permanente em nossos corações (João 14.16, 17; 1 Coríntios 3.16, 6.19; Efésios2.22).

A Palavra de Deus ensina muitos benefícios que a presença de Deus traz sobre nossas vidas. Eis alguns:

NA PRESENÇA DO SENHOR HÁ DESCANSO
Êxodo 33.14 – Respondeu-lhe: A minha presença irá contigo, e eu te darei descanso.
Atos 3.20 – a fim de que, da presença do Senhor, venham tempos de refrigério, eque envie ele o Cristo, que já vos foi designado, Jesus.

NA PRESENÇA DO SENHOR HÁ SEGURANÇA
Salmos 16.8 – O SENHOR, tenho-o sempre à minha presença; estando ele à minha direita, não serei abalado.
Salmos 31.20 – No recôndito da tua presença, tu os esconderás das tramas dos homens, num esconderijo os ocultarás da contenda de línguas.
Salmos 68.1, 2 – Levanta-se Deus; dispersam-se os seus inimigos; de sua presença fugimos que o aborrecem. Como se dissipa a fumaça, assim tu os dispersas; como se derrete a cera ante o fogo, assim à presença de Deus perecem os iníquos.

NA PRESENÇA DO SENHOR HÁ GRANDE ALEGRIA
Salmos 16.11 – Tu me farás ver os caminhos da vida; na tua presença há plenitude de alegria, na tua destra, delícias perpetuamente.
Salmos 21.6 – Pois o puseste por bênção para sempre e o encheste de gozo com a tua presença.
Salmos 68.3 – Os justos, porém, se regozijam, exultam na presença de Deus e folgam de alegria.
Salmos 89.15 – Bem aventurado o povo que conhece os vivas de júbilo, que anda, ó SENHOR, na luz da tua presença.

NA PRESENÇA DO SENHOR HÁ LIBERDADE DE EXPRESSÃO
Gênesis 18.22ss – Então, partiram dali aqueles homens e foram para Sodoma; porém Abraão permaneceu ainda na presença do SENHOR. (Abraão faz sua insistente intercessão)
Salmos 38.9 – Na tua presença, Senhor, estão os meus desejos todos, e a minha ansiedade não te é oculta.
Salmos 141.2a – Suba à tua presença a minha oração,como incenso.
Salmos 142.2 Derramo perante ele a minha queixa, à sua presença exponho a minha tribulação

NA PRESENÇA DO SENHOR HÁ TRANSFORMAÇÃO
Gênesis 17.1 – Quando atingiu Abrão a idade de noventa e nove anos, apareceu-lhe o SENHOR e disse-lhe: Eu sou o Deus Todo-Poderoso; anda na minha presença e sê perfeito.
1Tessalonicenses 3.13 – a fim de que seja o vosso coração confirmado em santidade, isento de culpa, na presença de nosso Deus e Pai, na vinda de nosso Senhor Jesus, com todos os seus santos.
Tiago 4.10 –Humilhai-vos na presença do Senhor, e ele vos exaltará.

Mesmo sabendo de tantos benefícios, temos uma tendência de tentar fugir da presença do Senhor por causa do pecado (Gênesis 3.8; 4.14,16), ou por medo de maiores compromissos(Jonas 1.3, 10), como que se fosse possível escapar do Todo Poderoso (Salmo139.7-10; Hebreus 4.13), daquele que habita em nós (1 Pedro 2.4,5; 1 João 3.24,4.13) e não deixa passar desapercebido qualquer de nossos atos (Atos 10.31).

Não há porque temer. Mesmo sem saber muito sobre como nos comportar (Salmo 73.22), por causa da morte de Jesus na cruz nós temos completa liberdade de entrar e desfrutar da bênção da presença de Deus (Hebreus 10.19-22).

AFINAL, UM DIA NA PRESENÇA DO SENHOR VALE MAIS QUE MIL(Salmo 84.10).

Fonte: Gospel Prime